Poesias

Maria Silonildes de  Mesquita

Tirular da Cadeira nº 38

 

O fenecer Da Poesia!

E lá passando,

Não mais se via

O cantar dos pássaros

Tampouco as cores da primavera

A rosa murchou!

Seu perfume exalou

A esperança bateu asas e voou

Os enamorados emudeceram

Seus beijos, agora, são frios

E a lua, já não é mais dos namorados !

As crianças não são mais lindas e puras

O sorriso ficou sem vida

O sol não mais ilumina , somente aquece.

Os dias ficaram tristes e longos

O poeta morreu

A poesia feneceu!

 

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