Poesias

Titular da Cadeira Nº 9

Lá no alto da montanha

há uma nascente,

jorrando água.

a água borbulha,

a água sorri,

a água se espalha,

a água brinca,

a água é alegre.

Lá no alto da montanha

há  uma nascente,

tão  inocente,

tão  sorridente,

tão paciente!

Então calmamente,

oferece  suas águas

para  o viajante,

para o visitante,

para o passante,

para o agricultor,

para o curioso

que chega, e assusta as águas calmas da nascente

inocente.

Lá no alto da montanha

há uma nascente

que tranquilamente

espalha  suas águas

pelos  quintais gratos e ingratos

que  poluem a água,

que  usufruem  da água,

que  destrói a água

da nascente inocente.

Lá no alto da montanha

há uma nascente,

uma  nascente  mágica

que  aparece e desaparece

ao  longo dos anos,

a  nascente  percorre vários lugares

formando  riachos,

formando  córregos,

oferecendo  vida,

oferecendo  alegria,

oferecendo  recursos

para  aqueles

que  desfrutam de suas águas,

águas  puras e sagradas,

que  sacia a sede do viajante que passa,

dos  pássaros e animais que por ali tem o seu habitat.

Nascente Inocente

É tão compreensiva,

É tão paciente,

Hora é saudável,

Hora se entristece,

Hora adoece.

Mas volta sempre entusiasmada

Volta  nas primeiras chuvas.

Tão sorridente!

E alegremente

faz o povo sorri novamente.

Nascente Inocente

Quem tem compaixão de ti?

Mais artigos do Autor.